CONCLUSÃO:
O CTE permite a utilização destes vidros quando existirem desníveis inferiores a 0,55m.

EXPLICAÇÃO:
De acordo com o Código Técnico da Edificação, no Documento Básico Segurança de Utilização e Acessibilidade (CTE- DB-SUA) no artigo 1.3 Impacto com elementos frágeis, há características que os vidros devem ter.

Os vidros existentes nas áreas com risco de impacto das superfícies envidraçadas que não disponham de uma barreira de proteção de acordo com a secção 3.2 do SUA 1, terão uma classificação de prestações X(CTY)Z determinada em conformidade com a norma UNE EN 12600:2003 cujos parâmetros cumpram o que está estabelecido na tabela 1.1.

Tabela 1.1 Valor dos parâmetros X(Y)Z em função da diferença de cota.
Diferença de cotas nos dois lados da superfície envidraçada. X Valor do parâmetro Y Z
Superior a 12m Qualauer B o C 1
Compreendida entre 0,55m e 12m Qualauer B o C 1 ó 2
Inferior a 0,55m 1, 2 ó 3 B o C Qualauer


O parâmetro z é o que indica o tipo de rutura do vidro e, para desníveis inferiores a 0,55 m, admite qualquer tipo de rutura (pelo que se inclui a rutura do vidro temperado monolítico)

Para os restantes casos, a rutura tem que ser do tipo dos vidros laminados (temperado laminado ou laminado recozido) sem que se libertem fragmentos que possam causar danos físicos nas pessoas.


Trata-se de uma norma que só afeta elementos estruturais e kits de montagem de elementos estruturais (parafusos, placas metálicas, etc.). No caso dos guarda corpos, pelo facto de não serem um elemento estrutural em si, ficam fora da área de aplicação desta UNE.

(Fonte: CAT-COACM)


As situações ou lugares onde haja a possibilidade de as crianças com idades inferiores a 6 anos escalarem o guarda corpos e cair no outro lado são suscetíveis do uso de guarda corpos antiescaláveis. Seguindo este ponto, os redatores da norma e dos comentários do DB SUA consideram que, em usos como o hospitalar ou o administrativo, não é frequente a presença de menores de seis anos não acompanhados, de forma que só é obrigatória a secção b) e a separação entre barrotes, tanto horizontais como verticais, pode ser de 15 cm, superior aos 10 cm que considera como limite para que uma criança possa meter a cabeça e ficar presa e não o a) ("evitar a escalabilidade das barreiras de proteção")

(Fonte: Comentários CAT com base no Documento Básico SUA Segurança de utilização e acessibilidade com comentários" (pág.16)

http://www.codigotecnico.org/cte/export/sites/default/web/galerias/archivos/documentosCTE/DBSUA/DBSUA_19feb2010_comentarios_18dic2013.pdf


O corrimão ancorado à parede de uma escada não têm nenhum requisito de carga mínima. Caso se refira ao corrimão de um guarda corpos, tem que cumprir os mesmos aspetos que a normativa.


A qualidade de um betão é definida pela sua resistência característica à compressão fck medida em proveta cilíndrica e cúbica respetivamente a 28 dias de idade.

Além disso, o betão na zona da ancoragem pode estar comprimido ou puxado, sendo estes dados relevantes na escolha da ancoragem. O estado e a qualidade do betão são definidos pelo projetista de acordo com as normativas em vigor em cada país..

Nomenclatura dos betões
A nomenclatura utilizada para a denominação do betão nos eurocódigos difere da utilizada pela instrução EHE. A nomenclatura do eurocódigo, tomada da norma europeia EN-206 (versão espanhola UNE EN-206:2008) consiste num C maiúsculo seguido da relação entre duas quantidades, a primeira a sua resistência à compressão em N/mm2 em proveta cilíndrica (diâmetro 15 cm, altura 30 cm) e a segunda a resistência à compressão em proveta cúbica (150 mm de lado), seguindo a secção 7.3.1.1 de ENV 206. Lembre-se de que a resistência em proveta cilíndrica é a utilizada na EHE. Por exemplo, C20/25 corresponderia a um betão de resistência à compressão sobre proveta cilíndrica (fck 20 N/mm2) e (fck = 25 N/mm2) sobre proveta cúbica.

Fonte: Conceitos gerais de estruturas mistas ( http://bibing.us.es/proyectos/abreproy/4520/fichero/06+Intro+Est+Mixtas.pdf)http://es.scribd.com/doc/174227070/TABLA-Eurocodigo-2

Classe de resistência à compressão Resistência característica mínima sobre cilindros f ck, cyl Resistência característica mínima sobre cubos f ck, cub
C8/10 8 10
C12/15 12 15
C16/20 16 20
C20/25 20 25
C25/30 25 30
C30/37 30 37
C35/45 35 45
C40/50 40 50
C45/55 45 55
C50/60 50 60
C55/67 55 67
C60/75 60 75
C70/85 70 85
C80/95 80 95
C90/105 90 105
C100/115 100 115



Não. Não há uma correlação entre o magnetismo e a resistência à corrosão nas aplicações que normalmente usam os aços inoxidáveis.

(Fonte: Boletim Técnico Nº 5- Arcelor Mittal)

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